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Falha no sistema da ANTT impede que caminhoneiros registrem documentos necessários para trabalhar desde 20 de julho

A situação ocorre porque está havendo lentidão e instabilidade para fazer ou atualizar documentos como o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC). Este registro é imprescindível para os veículos circularem pelas rodovias do país dentro da lei. A ANTT afirma, por meio de sua assessoria oficial em Brasília que, nesta quinta-feira (9), o sistema estava funcionando. Contudo, uma fonte do órgão no Rio Grande do Sul confirma que há uma “questão nacional em razão da migração de sistema.”

Conforme o presidente da Fecam-RS, André Costa, a inclusão de novas informações no sistema e a emissão de documentos — atividades previstas no convênio entre a federação e a agência nacional — estavam sendo feitas normalmente até 19 de julho. Mas, desde então, está praticamente impossível prosseguir.

Recebemos recados de vários motoristas que estão impedidos de trabalhar por não conseguirem fazer inclusão da carreta ou inscrição do RNTRC, registro obrigatório para caminhoneiros exercerem a profissão legalmente.

E o que isso significa? Para os autônomos, significa ficar impedido de trabalhar, já que as transportadoras não vão querer carregar com um estradeiro que não possui o registro da ANTT.

Para os motoristas contratados, significa não conseguir rodar com o caminhão da empresa e ter que usar outro veículo, cujo o registro esteja atualizado. Isso gera custos adicionais para a empresa e prejudica o orçamento do contratante.

Além disso, quem faz transporte sem o registro fica sujeito a tomar uma multa de R$ 1.500,00. Quem roda com o registro suspenso ou vencido pode ser penalizado em R$ 1.000,00. Os valores podem ser ainda maiores de acordo com a situação de cada transportador.

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